Dr. Ricardo Calvett
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Mamoplastia de Aumento

Tire suas Dúvidas

Mamoplastia de aumento (implante de silicone/ prótese de mama)

A cirurgia de aumento do volume da mama é uma das mais procuradas pelas mulheres. Pacientes incomodadas com o tamanho reduzido das mamas, ou aquelas cuja perda de peso ou a gravidez alterou a forma, ou mesmo aquelas portadoras de assimetrias podem ser beneficiadas por essa cirurgia.

 

A inclusão de implantes mamários de silicone é um recurso para aumentar, corrigir ou devolver o volume. Em geral, o desejo das mulheres é por um volume maior, mas devem ser respeitadas as características físicas de cada paciente, como idade, altura e dimensão do tórax. O tamanho ideal é aquele que dá harmonia ao corpo.

 

 

Tipos de implantes mamários
Os implantes de silicone são aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration). Possuem uma variedade de formas, texturas e perfis. Quanto ao formato, podem ser redondos e anatômicos principalmente. Quanto ao revestimento, podem ter superfície lisa ou texturizada. Em geral, os implantes com superfície texturizada oferecem os melhores resultados a longo prazo, com menor incidência de contratura capsular. O perfil do implante mamário relaciona-se ao grau de projeção da mama, podendo ser baixo, moderado, moderado/alto ou alto. Finalmente, os implantes variam de volume conforme a medida da sua largura/diâmetro.
Para a escolha do tipo e do volume dos implantes deve-se levar em conta a altura, largura do tórax, contorno corporal, estilo de vida, quantidade de tecido mamário e aparência desejada. A paciente deve ser ouvida e estar ciente da variedade de implantes adequados à sua cirurgia. Se houver certa dúvida na escolha, nada melhor do que confiar no bom senso do cirurgião.
Atualmente não existe recomendação obrigatória da troca dos implantes a cada 10 anos, mas é importante entender sobre a possibilidade de novas cirurgias no futuro. A decisão da troca dos implantes deve ser baseada em critérios clínicos (presença de contratura capsular) e exames de imagem, realizados no seguimento de cada paciente.
A presença do implante mamário de silicone não interfere na amamentação, uma vez que se posiciona posteriormente à glândula mamária e não prejudica a sua fisiologia.

 

 

Cirurgia
Em relação à cicatriz cirúrgica, ela pode ficar posicionada ao redor da aréola, na axila ou junto ao sulco da mama, sendo esta última a mais realizada. Pacientes com aréolas mais alargadas são boas candidatas a técnica periareolar, pois pode-se realizar a redução do tamanho da aréola no mesmo ato cirúrgico.
Basicamente, o implante pode ser colocado entre o tecido mamário e o músculo peitoral (posição subglandular) ou abaixo do músculo peitoral (posição submuscular). A escolha da localização depende da quantidade de tecido mamário e da espessura de pele da paciente. Em geral, a colocação do implante na posição subglandular é preferida nos casos em que há tecido mamário suficiente.  Em pacientes muito magras, com pouco tecido no polo superior da mama, a abordagem submuscular pode ser necessária.
 

Exames pré-operatórios
Exames como ultrassom e mamografia servem para investigar possíveis alterações nas mamas, como cistos, nódulos ou tumores. Devemos lembrar que o rastreamento do câncer de mama deve realizado anualmente para as mulheres a partir dos 40 anos, ou mais precocemente dependendo da orientação do mastologista.
 

Pós-operatório
É muito importante o uso do sutiã cirúrgico, pois sustenta as mamas durante o processo de cicatrização. Seu uso é recomendado por 2 meses.
O retorno às atividades normais e ao trabalho dá-se em cerca de 5 a 7 dias.
Deve-se evitar elevar os braços acima do nível dos ombros por 2 semanas.
O retorno às atividades físicas pode ocorrer após 1 mês da cirurgia, porém exercícios que utilizem os braços devem ser evitados por 2 meses.

 

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